Legislação trabalhista
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Vencedores do Nobel ajudaram a olhar para dentro da ‘caixa-preta’ da macroeconomia, diz Kanczuk

Ainda que existam diferenças importantes nas pesquisas de Michael Woodford e Robert Hall, vencedores do Prêmio Nobel de Economia de 2026, os dois ajudaram a compreender melhor os efeitos das políticas de estabilização sobre a economia e contribuíram para o desenvolvimento dos próprios modelos com que trabalham os bancos centrais nos dias de hoje. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. -
FT: Mark Zuckerberg diz que a Meta atingiu a 'fronteira' da IA e rejeita pedidos de desaceleração

Mark Zuckerberg disse que a Meta alcançou os rivais na “fronteira” da IA, comprometendo-se com mais vastos gastos para desafiar a Anthropic e a OpenAI e rejeitando apelos para desacelerar o desenvolvimento da poderosa tecnologia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. -
Hammack, do Fed, defende que o banco central não adie novos aumentos nos juros

A presidente da distrital de Cleveland do Federal Reserve (Fed), Beth Hammack, afirmou nesta segunda-feira que prefere que o banco central faça pequenos ajustes na política monetária de forma rápida para conter a inflação, em vez de esperar e correr o risco de precisar realizar uma mudança de rumo mais significativa posteriormente. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro. -
Bolsas sobem na Europa com impulso de bancos e apesar de avanço nos preços do petróleo

Os principais índices de ações da Europa fecharam em alta nesta segunda-feira, com impulso do setor bancário e apesar de um avanço nos preços do petróleo, algo que costuma pesar sobre o desempenho das bolsas, na medida em que o continente depende da importação de energia, especialmente do Oriente Médio. O dia é de menor liquidez nos mercados internacionais, por conta do feriado do Dia de Colombo nos Estados Unidos, que suspende as negociações de títulos públicos americanos. No fechamento, o índice pan-europeu Stoxx 600 teve alta de 0,56%, aos 635,10 pontos. O FTSE 100, da Bolsa de Londres, subiu 0,99%, aos 10.656,28 pontos, e o DAX, de Frankfurt, avançou 0,76%, aos 25.277,68 pontos. O CAC 40, de Paris, teve valorização de 0,38%, aos 7.832,88 pontos. Entre os destaques do Stoxx 600, o setor de tecnologia acumulou uma desvalorização de 0,41%, em linha com o mau desempenho visto nas bolsas americanas nesta segunda-feira, especialmente as fabricantes de chips e semicondutores, ligadas à tese de investimentos em inteligência artificial. Por outro lado, o segmento de bancos subiu 1,50% e o de energia, 0,69%, em linha com o avanço dos preços do petróleo no pregão. A valorização das bolsas europeias nesta segunda-feira ocorreu apesar de um firme avanço nos preços do petróleo, com o contrato mais líquido do Brent, usado como a referência mundial, sendo negociado a US$ 106,60 por barril perto do fechamento do pregão. O presidente americano, Donald Trump, disse neste fim de semana a jornalistas que está considerando se juntar à Arábia Saudita em sua luta contra os houthis no Iêmen, ampliando os temores de uma escalada do conflito no Oriente Médio. Além disso, o republicano anunciou um "cessar-fogo energético" entre a Rússia e a Ucrânia, mas em seguida, o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que Moscou já havia violado o acordo. -
Apoiadores ocupam quarteirões da Praia de Copacabana (RJ) em ato sem Lula no Rio

Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ocupam vários quarteirões da Avenida Atlântica, em Copacabana, na Zona Sul do Rio, nesta segunda-feira. Entre os puxadores do movimento na capital fluminense estavam a deputada federal Benedita da Silva, que concorreu ao Senado na chapa do petista, mas não se elegeu, e Jandira Feghali (PCdoB), reeleita para a Câmara Federal. O candidato à reeleição ficou em Brasília para participar de celebrações do dia de Nossa Senhora Aparecida, como uma missa restrita na capela do Palácio da Alvorada, em Brasília. Aliados do petista ficaram responsáveis por representá-lo na passeata carioca. Majoritariamente com roupas vermelhas, os apoiadores levaram bandeiras de apoio a Lula e cartazes críticos ao adversário no segundo turno, o senador Flávio Bolsonaro (PL). Boa parte dos participantes utilizava adesivos com o nome e o número do candidato e gritavam palavras de ordem em defesa da soberania — uma das bandeiras da campanha, que acusa os Estados Unidos de tentarem intervir no pleito brasileiro em favor da candidatura oponente. "Queremos a quebra do sigilo de todos os envolvidos com o Banco Master", lia-se em um dos cartazes na multidão, em referência ao escândalo financeiro que atingiu a classe política e marcou a disputa deste ano. "Juventude vota contra as bets", dizia outro pôster, com menção à proibição das empresas de apostas, uma das medidas adotadas pelo governo federal na reta final do primeiro turno. Também havia escritos de que um eventual governo Flávio poderia colocar em xeque investimentos em áreas sociais, educação e saúde. Militantes de outros partidos marcaram presença — os do PSTU, por exemplo, defenderam um "voto crítico" no petista contra a volta do clã do ex-presidente ao poder. A programação do ato previu o desfile de trio elétrico, participação de baterias de atléticas e blocos de rua. No meio da tarde, foi marcado um ato com representantes do samba e do carnaval carioca em frente aos Arcos da Lapa, na região central da cidade. Entre os participantes confirmados estão o carnavalesco da Imperatriz Leopoldinense, Leandro Vieira, e o deputado eleito Marcelo Freixo (PT). Neste sábado, Lula esteve em mobilização semelhante São Paulo, que levou milhares de apoiadores a ocuparem quarteirões da Avenida Paulista. O ato foi organizado pela União Nacional do Estudantes (UNE) e por Centros Acadêmicos universitários, que se mobilizaram espontaneamente após o resultado do primeiro turno, em que Flávio largou à frente do rival, por 47% a 45% dos votos válidos. Na capital paulista, o presidente teve a companhia do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), o candidato derrotado do PT ao governo paulista, Fernando Haddad, as ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) e o ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL). A mobilização no Rio lotou as estações do metrô em Copacabana, como Cantagalo e Siqueira Campos, e também aumentou a movimentação em Botafogo.